Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

Amy faz apresentação curta mas mostra que é boa cantora no Rio

Uma hora e sete minutos. Este foi o tempo de duração do primeiro show da cantora Amy Winehouse no Rio de Janeiro. Comparada às apresentações de Paul McCartney, Dave Mathews Band e Bon Jovi, que em suas recentes escalas pelo Brasil tocaram por cerca de três horas cada, a performance da popstar britânica na noite desta segunda-feira (10), na HSBC Arena, pareceu curta.

E isso desagradou parte do público. Por outro lado, apesar dos problemas com drogas e bebidas alcoólicas, mostrou que genuinamente tem talento e ainda mantém o gogó em dia.

A cantora subiu ao palco depois de 35 minutos de atraso (o show estava marcado para as 22h) num vestido justo, de decote generoso, e estampas imitando a pele de um tigre — lembrava Jane, mulher do Tarzan. O clima tropical também parece ter contagiado os músicos de sua banda, que usavam calças compridas de cor branca e camisas que, de longe, pareciam floridas.



Logo de início, disparou os sucessos “Just friends”, “Back to black” e “Tears dry on their own” em sequência, suficiente para ganhar a atenção da arena, que só encheu momentos antes do início da apresentação. No começo da quarta canção, uma versão para “Boulevard of broken dreams”, de Tony Bennett, teve um acesso de riso que a impediu de cantar os primeiros versos. Pela reação do público, foi perdoada.

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